O novo texto altera o Regimento Interno da Casa, acabando com o recesso em julho
“Qualquer Parlamento identificado com o pensamento da sociedade tem que inovar e avançar, assumindo maior compromisso com a função legislativa. Há uma vigília permanente da sociedade e temos que estar sintonizados com isso. Acabar com o recesso significa termos uma Casa mais produtiva e eficaz”, afirmou o Presidente da CMCF.
Marcos da Luz lembrou que o fim do recesso atende ao “clamor das ruas” pela ética e moralidade na política, referindo-se às recentes manifestações no país. Segundo ele, a alteração no Regimento Interno (promovida pela Resolução) cria uma nova cultura na Câmara e também frente ao Executivo. “O vereador obteve nas urnas a responsabilidade de trabalhar de acordo com as demandas da comunidade e o interesse público”, frisou o Presidente da CMCF ao defender que “o fim do recesso permite ao Legislativo maior fiscalização e atuação”.
O parlamentar ainda enfatizou ser justo que os vereadores tenham somente um período de férias, “como ocorre com todo trabalhador brasileiro, não fazendo sentido os dois recessos (janeiro e julho) que existiam até então”. “É preciso trabalhar cada vez mais para justificar o subsídio que recebemos”, complementou.
Sugestões ao Congresso e à ALMG
Por fim, Marcos da Luz informou que enviará sugestões ao Congresso Nacional e à Assembleia Legislativa (ALMG), propondo que se acabe com o recesso parlamentar de julho também no caso dos deputados e senadores, “para que dêem exemplo concreto de que querem entrar, enfim, em sintonia com a população”.
Por fim, Marcos da Luz informou que enviará sugestões ao Congresso Nacional e à Assembleia Legislativa (ALMG), propondo que se acabe com o recesso parlamentar de julho também no caso dos deputados e senadores, “para que dêem exemplo concreto de que querem entrar, enfim, em sintonia com a população”.



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