quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Fabriciano debate não-violência contra as mulheres


A Câmara Municipal de Coronel Fabriciano realiza hoje (sexta-4) Audiência Pública em seu plenário, às 15 horas, sobre o “Dia Internacional da Não-Violência Contra as Mulheres”. A iniciativa atende Requerimento nº 165/2009, do vereador Marcos da Luz (PT), e integra a “Campanha Brasileira do Laço Branco: Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres”.
Articulada pela CUT Regional Vale do Aço, a campanha este ano teve início dia 25 de novembro, com a realização de uma Audiência em Ipatinga, e vai até o próximo dia 10, quando se comemora a promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela Assembléia Geral da ONU, em 1948.
São esperadas para a Audiência desta sexta-feira em Fabriciano representantes da Secretaria da Mulher Trabalhadora da CUT/MG; da Secretaria de Gênero e Combate ao Racismo da CUT Vale do Aço; e do Departamento da Mulher e Saúde do Trabalhador do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ipatinga (SECI); das secretarias municipais de Saúde e Assistência Social, e de entidades locais.
A Campanha Brasileira do Laço Branco tem o objetivo de sensibilizar, envolver e mobilizar os homens no engajamento pelo fim da violência contra as mulheres. Suas atividades são desenvolvidas em consonância com as ações dos movimentos organizados de mulheres e de outras representações sociais que buscam promover a eqüidade de gênero, através de ações em saúde, educação, trabalho, ação social, justiça, segurança pública e direitos humanos.
Segundo o vereador Marcos da Luz, desde 2004 a CUT e o SECI, juntamente com outras entidades comprometidas com a defesa dos direitos humanos, realizam diversas atividades para a conscientização da não-violência contra as mulheres.
Vídeo - Na Audiência de hoje será exibido o filme “Fim do Silêncio” (2008), 52 min., documentário produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Ministério da Saúde, que traz o depoimento dramático de algumas mulheres vítimas de abortos inseguros. Roteiro, produção e direção de Thereza Jessouroun.
O vídeo será seguido de um debate e respostas aos questionamentos, sob a ótica da saúde pública, a partir dos riscos que têm levado milhares de mulheres no país ao sofrimento de seqüelas físicas e psicológicas e até à morte.

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